A INDÚSTRIA DO CACAU BAIANO E O GOVERNO FEDERAL

A INDÚSTRIA DO CACAU BAIANO E O GOVERNO FEDERAL

A agricultura brasileira é subsidiada e incentivada pelo Estado, a própria formação econômica do Brasil demonstra a exploração dos recursos naturais e adiante a policultura no sistema fragmentado de plantation financiado pelo Estado. Nos dias atuais este modo de relação permanece e o mercado do cacau não é uma exceção.

Neste artigo será retratado uma breve linha do tempo dentro desta indústria situando com administração pública, citando tendências e demonstrado que o Estado não descola desta indústria dependente e a mesma nem decola economicamente. A horizontalização da cadeia de produção e a criação de eventos parece está sendo uma alternativa viável.

A CEPLAC é um órgão do Ministério da Agricultura que tem como principal objetivo ajudar cientificamente e mercadologicamente o mercado do cacau brasileiro, em especial nas duas áreas de maior produção no âmbito nacional, o sul da Bahia e a região amazônica. A Comissão Executiva do Plano de Lavoura Cacaueira – CEPLAC – tem sua maior contribuição nos avanços de clonagem da semente e na contenção de pragas.

Após um forte período de crise na produção da amêndoa nas décadas de 80 e 90 do século passado, gerado por fatores orgânicos, o cacau vem retomando seu crescimento a uma taxa razoável na região amazônica. A região do sul da Bahia ainda vem tentando melhorar sua performance visto que à época de seu auge dominava o mercado internacional.

A tendência hoje no mundo é o aumento da procura de alimentos orgânicos, de cadeia sustentável e que pouco demanda consumo de outros recursos naturais para sua produção. A agricultura cacaueira fazendo parte desta demanda, consegue enxergar um futuro promissor aos produtores e industriais deste mercado.

A tecnologia neste novo momento do cacau se torna o principal recurso aliado a manejos e técnicas modernas de plantação, irrigação e transporte da amêndoa. Dando-se créditos aos laboratórios de pesquisa da CEPLAC junto a suas fazendas-modelo com a persistência política de pesquisadores, técnicos e professores que trabalham e fazem de parte desta instituição.

Segundo o assessor especial da direção regional da CEPLAC e chefe de planejamento da superintendência no sul baiano, o sr. Antônio Zugaib, a educação empresarial dos produtores do polo leste contribui para a taxa de crescimento da produção ser menor em relação dos produtores do polo norte do Brasil, situação esta que é dificultada por estarem descapitalizados desde a forte crise do setor no final do século passado.

Apesar dos postos negativos, a ampliação do portfólio de produtos nas tradicionais fazendas de cacau, impulsionada pela tendência mundial descrita anteriormente, vem criando novas oportunidades de negócios para empresários deste agronegócio. O chocolate fino traduz a expansão do mercado cacaueiro para a região do sul da Bahia.

2 Comentários

  • Brianwerry
    24 de março de 2020 18:56 0Likes

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  • Brianwerry
    4 de abril de 2020 08:06 0Likes

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