Breve conjuntura do Brasil e Mundo no tabuleiro de xadrez na peleja civilizatória

Breve conjuntura do Brasil e Mundo no tabuleiro de xadrez na peleja civilizatória

Nos últimos 30 anos, por assim dizer a década de 90 à atualidade, o mundo passou/passa por uma mudança brutal no modo das relações mercadológicas. Foi/é o período que mais possui trocas comerciais internacionais protagonizados por mais de 100 países e bilhões de pessoas em toda a Terra ofertando e consumindo produtos e serviços entre si. Deste modo, a relação capital transcontinental está sendo a maior desde a Idade Antiga.

Mediante a ocorrência do extraordinário fenômeno da globalização, pós-guerras- 1ª, 2ª e Fria – é atrelado infelizmente a um descuido consequente referente a maior produção de plásticos e outros materiais danosos e de difícil degradação para o meio ambiente. Sendo assim, em paralelo, as organizações mundiais globalistas, lançou/lança acordos nos Estados-nações em combate e/ou diminuição de materiais danosos físicos e gasosos para o meio ambiente, entrelinhas, nós, fauna e flora.

No caso do nosso país, o Brasil, acompanhamos insignificante o fenômeno da globalização bem como o avanço nos acordos de cooperação internacional para com o meio ambiente, essencial para a vida humana futura e presente. As ditas políticas neoliberais na última década do século XX foram insuficientes neste avanço e tão logo se viu, no anos seguintes e atuais as deficiências das políticas públicas acopladas ao neoliberalismo à época. Hoje as demandas fiscais generosas são notáveis por justamente não ter acontecido nas duas últimas décadas, principalmente em 90 do século 20.

Avançamos no regime político, não deixando de observar as fragilidades ou consolidação da democracia no Brasil de hoje. Sérios mecanismos de perpetuação de poder e diferenciações nos tratos jurídicos são colocados em xeque desde o Inverno Brasileiro acontecido em junho de 2013. Desde lá, todos os anos têm-se manifestações protestantes iniciados por grupos setoriais seguidos de apoio de grande parte da sociedade brasileira. Os mecanismos de perpetuação de poder e as diferenciações nos tratos jurídicos promovem um ambiente pró-corrupção, autoritarismo, má distribuição da diversidade política e da transparência governamental. O regime político vigente é bom, no entanto existe ainda um bom caminho para ser considerado um exemplo.

Conclui-se que a residência antiga do patrimonialismo, na completude deste ideário, ainda se encontra habitada culturalmente no país. O ideário liberal, em surgimento, como até uma consequência e resultados nos 5 anos consecutivos de protestos (2013-2018) que a nação enfrenta, devido a crise econômica e política, causados por fatores internos, são revelados com toda força ao povo brasileiro, e é claro, como qualquer onda surgida diante de uma grave crise social, são tragos elementos reacionários aos quais devemos tomar precauções e ações.    

É utópico pensar em um povo livre de decisões aristocráticas, com pouca representatividade na Casa do Povo, onde a mudança de pessoas em altos cargos nas estâncias governamentais executivas são indiferentes por ter um ambiente de relações individuais e comerciais em hostilidade mínima, mediante comprimento integral das obrigações e serviços políticos, tendo o devido reconhecimento e respeito popular como objeto simbólico não personificado? A peleja civilizatória é antes de tudo a resolução do bem estar individual.

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