A empresa sustentável

A empresa sustentável

Uma empresa precisa ser sustentável, não restringindo a sustentabilidade ambiental, mas sim a sustentabilidade financeira, mercadológica, ética e cultural, dado que empresas são pessoas organizadas para um fim produtivo oficializado pelo instrumento de formato jurídico – CNPJ. Neste post vamos tratar da sustentabilidade ambiental enviesada pelo pós-consumo à orientação e estímulo estatal por um dos mecanismos de contribuição dentro do aspecto do desenvolvimento nacional sustentável.  Com informações do Ministério do Meio Ambiente.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), inserida pela Lei nº 12.305/10 e Decreto nº 7.404/10, prevê a prevenção e a redução na geração de resíduos, tendo como proposta a prática de hábitos de consumo sustentável e um conjunto de instrumentos para propiciar o aumento da reciclagem e da reutilização dos resíduos sólidos (aquilo que tem valor econômico e pode ser reciclado ou reaproveitado) e a destinação ambientalmente adequada dos rejeitos (aquilo que não pode ser reciclado ou reutilizado).

Institui a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos: dos fabricantes, importadores, distribuidores, comerciantes, o cidadão e titulares de serviços de manejo dos resíduos sólidos urbanos na Logística Reversa dos resíduos e embalagens pós-consumo e pós-consumo. Cria metas importantes que irão contribuir para a eliminação dos lixões e institui instrumentos de planejamento nos níveis nacional, estadual, microrregional, intermunicipal e metropolitano e municipal; além de impor que os particulares elaborem seus Planos de Gerenciamento de Resíduos Sólidos.

Embora a PNRS sob forma de agenda de governo e lei com artigos que a institui favoreça o estabelecimento de regras e apoio para a logística reversa, reaproveitamento dos materiais e meio ambiente, no cotidiano da grande maioria das empresas brasileiras não há políticas internas que se relacionam com a política de resíduos, na mesma linha de raciocínio, a maioria dos municípios brasileiros não há ações claras e insistentes que se baseiam na PNRS. Portanto, mesmo com a importância de haver esse mecanismo de apoio e na forma da Lei para com os acordos internacionais, no dia a dia da sociedade do Brasil, ainda é muito pouca as verdadeiras ações dos governos locais e da educação dos brasileiros no que tange à gestão dos resíduos sólidos.

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