LIBERDADE: NÃO NASCEMOS COM ELA

LIBERDADE: NÃO NASCEMOS COM ELA

A liberdade é boa, é necessária, mas deve ser conquistada e lutada. Levando em consideração que a liberdade aqui tratada se diz à respeito da liberdade do indivíduo por Livre Independência Social, estando amparado por direitos e deveres em um Estado de Direito. Se formos olhar modelos estruturais passados de sociedades antecedentes a nossa, em Todas elas houveram lutas em que a massa ansiava por apenas um pilar: a Liberdade. Seja o entorno da liberdade política, seja da liberdade econômica.

Em uma breve linha do tempo, temos ainda hoje a busca de liberdade política/econômica nas Américas, com os povos indígenas; assim como temos na Austrália com aborígenes; do mesmo modo, esquimós, nos Polos; poucos séculos atrás, na França com a Revolução Francesa; na Rússia, com a Revolução Russa (?), ambos eram movimentos em busca da mudança; na África do Sul, com o Apartheid. O motivo pelo qual subscrevo, apesar de parecer tão óbvio, é o fato de acharmos que evoluímos gigantescamente, o que, infelizmente, não é verdade.

No Brasil por exemplo, pós o evento Junho Brasileiro ocorrido em 2013, foi reeleita uma presidente cujo o projeto político do seu grupo político era perpetuar no poder executivo no mínimo por 20 anos. Os eventos da Operação Lava-Jato se acentuaram ao longo deste segundo mandato da presidente Dilma, e somando-se o desejo da maior parte da classe política federal estancar a sangria que a operação da Polícia Federal proporcionava e com o apoio da sociedade brasileira para efetiva mudança, esta presidente acabou sendo impedida de continuar o segundo mandato, deportando todo o seu grupo político para a oposição.

Dois anos do governo Michel Temer, vice da ex-presidente “impeachmada”, também sofrendo com as consequência da Lava-Jato.

As eleições de 2018 chegaram e as mudanças no avanço da liberdade política ansiado pela população brasileira há anos, e finalmente , era o ensejo de começar a mudar. Treze candidatos no páreo,  dentre os quais dois propunha este ensejo de liberdade política compondo sua equipe de campanha e plano de governo verdadeiramente à democracia e à liberdade econômica.

Marina Silva (Rede) com uma pauta do desenvolvimento sustentável e de recomposição ética nas relações institucionais públicas e o João Amôedo (Novo) na liberdade econômica e diminuição institucional pública. Pela sua trajetória política e resultados na gestão pelas organizações que passou, a Marina Silva demonstra desde 2010, primeira tentativa ao cargo de Presidente da República, a capacidade de estabilização e credibilidade do governo brasileiro e do Estado brasileiro ao resto do mundo, mercado e sociedade brasileira.

Antes do início da liberdade econômica proposta pelo João Amôedo, era necessário requalificar e restabelecer o governo, a democracia, as relações institucionais, e é claro, a mudança do eixo orientador nas ações do Estado, norteando para o desenvolvimento sustentável em alinhamento com países desenvolvidos. Desta maneira, após o exemplo institucional promovido por esse governo, a liberdade econômica e diminuição das arestas, inicia-se.

Como sabemos, os dois candidatos não alcançaram votos suficientes para o segundo turno, e mais uma vez, a polarização política negativa e agressiva foi característica desta eleição presidencial brasileira.

Um questionamento imprescindível  a constar: como chegamos na polarização política negativa e agressiva mesmo após os eventos de Junho, os seguidos protestos pelo país nos 4 anos anos seguintes e as descobertas da Operação Lava-Jato?

Deixo para você responder e abaixo exponho todos os textos produzidos por mim nas redes sociais favoráveis a campanha da Marina Silva e os motivos pelos quais, na minha visão, é o ideal neste momento.

A liberdade ela é conquistada e lutada; nesse caso, a luta é libertar-se do grupos políticos polares. Vemos portanto, assim como fizeram os índios, a turma do Velho-Oeste, a Revolução Francesa, que é de obrigação moral continuarmos a lutar e reconquistar, assim como um dia fizeram. Afinal de contas, nem quando você nasceu estava livre. Estava preso ao cordão umbilical.

“The true force is not measured by our reactions, the true force consists of being free.”

 

Não há desvaneio ou qualquer tipo de influência contrária ao que presenciamos nas primeiras colocações.

Ela sim porquê simplesmente está com os tops em seu possível governo. Desde a área puramente econômica/monetária como o co-fundador do Plano Real (André Lara Resende) à área social com o criador da Lei do Genérico (Eduardo Jorge);

Ela sim porquê simplesmente é vencedora do prêmio Nobel do Meio Ambiente, assim considerado o Prêmio Goldman. E conquistando muitos e muitos outros pelo mundo ao longo dos seus 30 anos de vida pública;

Ela sim porquê simplesmente é mais do que ficha-limpa, mas sim por sua gestão eficiente e transparente no Ministério de orçamento multibilionário e com milhares de funcionários diretamente vinculados;

Ela sim porquê simplesmente representa na política a civilização dos povos indígenas e entende sua demandas ancestrais;

Ela sim porquê simplesmente é o único candidato e candidata que propõe o fim da reeleição e propõe limitação de 2 mandatos no Congresso Nacional, dificultando a perpetuação de poder e o enriquecimento político;

Ela sim porquê simplesmente discerne as dificuldades enfrentadas na consolidação democrática e da renovação política frente a ambição dos partidos-lobo in Brazil.

Não vote por fugir de outrem. Vote por um planejamento estratégico moderno!

Marina Silva está a frente neste sentido. Conduzir o Estado brasileiro à tecnologias sustentáveis, duráveis, sem denegrir o ambiente pelo qual nós e nossos filhos viverão é um passo que o mundo moderno já concedeu.
Tratar a educação básica como prioridade, uma economia aberta em modo de produção e atentar-se ao papel básico do Estado é um caminho próspero orientado pelo seu programa de governo.
Marina Silva é ética e tem respeito internacional nos seus feitos de gestão e política que validam sua capacidade de governança da qual agonizamos por um líder estadista capaz de recompor o Estado brasileiro perante aos frutos amargos vivenciados nos últimos anos.
A sua trajetória profissional traduz em confiança e seriedade a aplicação da justiça e da equidade judicial celebrada em parte pela Revolução Branca de 2014 (Operação Lava-Jato). Manter e avançar nisto é fundamental para a recomposição do Estado e de sua reforma subsequente.

Se darmos um voto de confiança nesta Mulher veremos algo que há muito tempo não presenciamos no Brasil: credibilidade e responsabilidade. Vote 18, vote em Marina Silva. Retire seu (pre)conceito sobre ela provocado pela densa covarde desconstrução de imagem iniciada na eleição de 14.
Não ponha seu medo e descrença acima de ideais coerentes e modernos. Não fuja. Enfrente a perversa polarização. Somos maior do que isso. Eu sou Marina com orgulho e pacificação!

“O PT acabou criando Bolsonaro e o Bolsonaro é o principal cabo eleitoral do PT. A postura sempre vence a estrutura.” – Silva, estadista democrata.

Mas por que não votar na velha de esquerda e também não votar no extremismo da direita moralista se você pode votar em alguém capaz (com resultados comprovados) de unir os melhores ideais de cada lado?

Ao invés de discutir propostas e trajetórias, está se discutindo Passado. O passado dos feitos do regime militar e o passado da corrupção aumentada no período petista.

Poucos dias antes, o candidato simulou metralhar pessoas com visões de mundo opostas a dele. Meses atrás foi um lança-chamas a sua ideia. Outras colocações como a castração química e a invasão nas favelas mesmo com inocentes presentes, na continuação da fracassada luta contra o tráfico de drogas, são defendidas por aquele que diz que seu trabalho é “missão de Deus” na Terra.
A raiva comunista partindo dos direitistas moralistas é tão prejudicial quanto a cegueira socialista na implantação do regime político que propõe.
Ressalto, não é momento de vitimismo político, é exatamente o resultado concreto daquilo que o Bolsonaro emite aos seguidores: discriminação e militarismo. Ódio aos comunistas!
Não vou ser politicamente correto para dizer “olha, assim dessa maneira não pode acontecer” “é algo grave na polarização política” “Uma vítima de atentado”. Sabe por que? Porque é óbvio!
Quando aparece um Ser como este, o pioramento da situação que o Brasil enfrenta desde a redemocratização, só agrava.
Radicalismo não se combate com radicalismo. É o entendimento básico para melhorar qualquer relação social. Votar e apoiar no Bolsonaro é retroagir aos avanços nos interesses da Paz. Incitação ao ódio, incitação a violência devem ser combatidos. Acho que hoje fica mais claro de que não com mais violência.

#é18 se você realmente quer mudanças reais neste país. Com convicção e com resultados consolidados, ela mostra sua capacidade de liderança e de respostas.

Me aponte outro entre os principais que propõe extinguir o Foro Privilegiado e limitar a perpetuação do poder no Congresso e no Executivo? Só Marina Silva. Negar isto, é mentir para se próprio e negar a verdade.

Tudo tem um tempo de amadurecimento, a começar pela mente.

O radicalismo de esquerda/direita só leva há um lugar.

Na diversidade ideológica equilibrada, todos são possíveis.

A dica é: comece pelo que deu certo no Brasil nos últimos 4 anos. E o que foi? O combate e a descoberta da corrupção institucional. Votar em um candidato que tem em seu programa de governo diretrizes aplicadas pode ser um bom começo.

 

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