NEGÓCIOS NO MUNDO PÓS-PANDEMIA

NEGÓCIOS NO MUNDO PÓS-PANDEMIA

Se na Era Digital, as Revoluções Industriais trazem e trouxeram inovações progressivas, nos períodos de guerra, pandemia e revoltas sociais aceleram as inovações; que passam a ser não progressivas, mas sim expurgadas dos laboratórios, de sua fase beta, de validação do produto. A guerra, a pandemia e as revoltas sociais emerge um sujeito obscuro, não claro, distante de chegar na luz do túnel e simultaneamente possível de alcançar.

Este sujeito é fruto de ações emergenciais, de contenção visando diminuir os danos, por sua vez inevitáveis. Ao sair zona de conforto rotineira, um re-formato de relações produtivas após a maior pandemia global dos últimos 100 anos é certeira. As pessoas forçadamente, por um motivo de sobrevivência, estão descobrindo possibilidades de produzirem exclusivamente através de novos fatores de produção aos quais viam, muitas delas, independente de qualquer círculo de geração da vida, não participar ativamente deste processo da Era Digital.  

Do mesmo modo, este re-formato das relações produtivas oriunda do expurgo tecnológico devido a situação de crise sanitária, carregando crises econômicas em todos países pertencentes a cadeia global de fornecimento, empresas nascentes, recentes e ainda mais aquelas com maior tempo de mercado, senão, já deveriam refazer seu planejamento estratégico para os próximos 10 anos, revendo seu posicionamento e lançamentos de novos produtos e serviços.

A pandemia trouxe consiga a evidente discussão da mudança climática, do firmamento da importância da ciência para os debates públicos, sobretudo políticos. Nesse artigo, foi adiantado a necessidade do Brasil ir em direção a esse caminho nos próximos debates políticos rumo a renovação da democracia brasileira. A classe empresarial, sem querer encaixar pessoas proprietárias de empresas a uma classe social, precisará ter *senso de urgência* na renovação dos seus negócios.

A tendência de aceleração de organizações sustentáveis e a demanda por elas vai ditar o jogo daqui para a frente. Por esses motivos, entre outros, setores da educação superior precisam se atentar imediatamente na atualização de suas grades curriculares na formação de profissionais capazes de fundarem e gerirem essas organizações. Cem anos depois presenciamos a marcação histórica de longo prazo, desta vez, com inclusão de hardwares e softwares dispostos de automação por inteligência artificial e da ciências dos dados nos relatos históricos. 

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