O Novo desenvolvimento nacional

O Novo desenvolvimento nacional

O Estado possui papeis imprescindíveis para o desenvolvimento humano e local, cabe a ele proteger o espaço soberano e garantir a segurança pública. Esses são elementos basilares da formação do Estado contemporâneo. Sua contribuição no desenvolvimento humano não exclui e tão pouco subestima o poderio da sociedade de mercado. Casos de uma sinergia do Estado com o mercado não são incomuns. Neste artigo vamos abordar especialmente o fator humano, levando em consideração uma estabilidade jurídica e social.

A educação formal (Estado), informal (empreendedorismo) e mercado (capitalismo) são ao mesmo tempo e todos juntos um conjunto único de formação de capital humano exclusivo àquela região do globo. Fundos da ONU, portanto outras nações, tem participação indireta na geração da riqueza da nação evidente, no entanto, a decisão pontual da aplicação do recurso cabe a ele, dirigir.

Estados-Nações que investem pesadamente,efetivamente proporcionalmente, em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D) à ciência metodológica são postas em situação desenvolvida via resultados economicamente comprovados. Seja em nível de renda da população, capacidade de produção,distribuição (geração) de renda, infraestrutura, IDH, dentre outros parâmetros comparativos. Mas o que dizer de um país de tamanho populacional e territorial continental onde é investido apenas 1,6% do PIB? O valor necessário a aumentar perpassa não somente no âmbito federal. Observamos nos gráficos a seguir a participação do setor privado na pesquisa acadêmica vide retorno esperado e uma comparação de gastos do governo com o citado.

Chama atenção o tamanho dos respectivos países. Fonte: Battelle.

Investimento em Ciência,Tecnologia e Inovação (CT&I) são os diferenciais de um país competitivo, não importando muito seu tamanho territorial. O que dizer da Coreia do Sul e Japão perante gigantes pouco produtivos como o Brasil e maior parte do continente africano? A exploração passada que ambos sofrera pode refletir em certo grau o subdesenvolvimento local, no entanto, não pode ser motivo de constante desculpa para justificar certa característica. Isso, digo eu, para corrente acadêmica à esquerda.

Embora o investimento em CT&I a partir de impulso decisório do Estado constar como objetivo do novo desenvolvimento nacional, após ações resultando em significativas diminuições das taxas-indicadoras do subdesenvolvimento, não é o bastante senão melhora de um ambiente pró-mercado. Isto é, a universidade pública tem de estar cada vez mais aliada às empresas e cidades. Olha como funciona os parques tecnológicos. Desta forma, a educação formal financiada em sua estrutura superior pelo Estado direcionado ao ambiente de CT&I/P&D em promoção sinérgica com a sociedade de mercado,uma vez estando equiparada de recursos básicos sociais, é extremamente transformador no percurso histórico de desenvolvimento econômico da nação.

Importante dizer do amplo espaço disponível para inclusão de todos os cursos, áreas, centros de pesquisa,intramuseus localizados nas IES (instituição de ensino superior) e subaproveitados pela sociedade circundada, sobretudo na capacidade e uso produtivo integral de tais recursos.

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