OS BANCOS ESTÃO COMO EMISSORAS DE TV ASSIM COMO AS FINTECHS ESTÃO PARA AS PLATAFORMAS STREAMING

OS BANCOS ESTÃO COMO EMISSORAS DE TV ASSIM COMO AS FINTECHS ESTÃO PARA AS PLATAFORMAS STREAMING

Os primeiros possuem uma cartela de milhões de clientes e telespectadores consolidados; o segundo está em exponencial crescimento e com captação viciante de assinantes, internautas e consumidores de crédito.

Os hábitos da forma como se adquire conteúdo e se relaciona com empresas está mudando, um novo capitalismo surge no início da segunda década do século 21, é um processo lógico, gradual e que começou lá atrás na popularidade da internet, smartphones e redes sociais.

Os tradicionais bancos se não dissecar seu modelo de gestão lento e burocrático corre o risco de sim, perder share muito mais rápido do que hoje perde. É como um crocodilo; as fintechs de boquiaberta depositando mosquitos até que em algum momento boom, fecha-se devorando uma parcela enorme de uma carne fresca e suculenta.

Assim está sendo muito mais visível com as emissoras de televisão quando as mesmas lançam e investem muito mais rápido em plataformas streaming com conteúdos exclusivos e on demand. Ou se adapta a Era Digital ou mesmo que sua receita ainda seja robusta, é o tempo desses hábitos de maneira transitória seja incorporado de vez ao on demand. Uma hora a boca do crocodilo vai fechar.

O faturamento das maiores fintechs da América Latina não chegam perto do lucro líquido bilionário trimestral dos principais bancos brasileiros. Eles ainda estão em uma posição bastante confortáveis, com dezenas de milhões de clientes conquistados há décadas. No entanto o que estamos presenciando é uma certa lentidão e orgulho por parte da gestão dessas instituições em acelerar os investimentos para esse novo mercado. Aliás, não é novo mercado, é o mesmo mercado. Lembrá-los que uma fintech não faz diferença, agora dezenas faz muito mais. E se juntarem? A concorrência será interessante. Ou então, e se especializarem? Um grupo é destinado a um público, outro grupo a outro público e localidade por exemplo.

Emissoras de TV alcançam milhões de pessoas por minuto simultaneamente, bancos tradicionais de lucro líquido bilionário trimestral. A lista de fintechs globais só cresce, as novas plataformas streaming surgem. Não há outro opção das grandes corporações tradicionais pivotarem seus negócios abrindo novas frentes de trabalho. Não há saída senão o desembolso de dezenas de milhões de unidades monetárias neste novo capitalismo em insurgência.  

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