Pirâmide social do Egito em analogia com o Estado-nação: comparação da Idade Antiga e a Idade Contemporânea.

Pirâmide social do Egito em analogia com o Estado-nação: comparação da Idade Antiga e a Idade Contemporânea.

A modernidade apresenta-se como um novo período em vivência, novos valores, novos tempos, mais humanismo, mais civilismo, e sugere uma certa grande e bem distante diferença às Eras anteriores. É notório e inegável a diferença tecnológica. Tecnológica neste sentido. No entanto, em estudos de decorrência histórica econômica, há similaridades regulares cíclicas e claras a luz da historicidade racionalizada.

A ciência clássica declara classes sociais neste movimento de ascensão à divisão social. Nesta ideia de divisão social à busca da ascensão social, cria-se um idealismo de separação. O sentido separatista detona subversão entre as classes e a luta entre elas. Vamos excluir essa perspectiva.

Cada setor social mantém sua contribuição de produção a sociedade, a manutenção dos processos sociais. A relação destes setores sociais, dada devida importância a cada um deles, e o mesmo valor instrumental à manutenção da produção e organização, são mantidos em toda a história da humanidade. Uma relação de subversão, expansão, criação/produção, segurança, são mantidas desde o início dos tempos.

A racionalidade pela historicidade dos setores sociais, com premissas já discutidas, fazem valer o conjunto por Eras montado pela ciência. As formas das relações sociais permanecem similares aos dias de hoje. Suas bases de sustentação não mudam, pelo identificado três: um agente econômico voltado a organização social, um agente econômico de líder produção, um agente econômico de execução ao primeiro e ao segundo agente econômico. Essas três bases pelas quais são sustentáculos ao longo das Idades, mudam de nome conforme escolhamos o estudo de uma ou outra, criam subdivisões e até mesmo subsidiárias sociais, como veremos mais tarde.

Uma ilustração de autor desconhecido elucida a introdução deste artigo. São analogados com os tempos atuais.

Entendendo-se como “setores da sociedade”, não “classes-sociais”, temos:

Setores sociais do Egito Antigo. Elaborado por Autor desconhecido.

 

Faraó -> Deus, Estado, religião

Nobres e sacerdotes -> Estado, religião, conselhos de justiça e profissionais, grandes empresários e Estado

Soldados -> Aparato policial e Forças armadas

Escribas -> pensadores, academia, universidades, artes plásticas

Comerciantes -> Empresas de pequeno e médio porte

Artesãos -> Microempresas, vendedores ambulantes, artistas de rua

Camponeses -> Agricultura familiar, de subsistência e população rural

Escravos -> Trabalhadores empregados do setor privado e público

O gráfico tipo pirâmide, como sabe, indica o número maior de pessoas e de acordo com sua importância na escala, de cima para baixo. Na proposta do setores sociais integrados a manutenção do toldo, esse gráfico clássico piramidal incapacita o ideal, por isso, substitua o olhar piramidal por um olhar integral, integralista. O exercício mental contribui para esta visão social.

Estima-se que os “Camponeses”, isto é, pessoas do agronegócio e pecuária sejam superiores ao número de “Artesãos”, em certas localidades do Brasil e do mundo. Na verdade, o olhar recomendado do gráfico é que não seja pela estimativa populacional, mas sim por setores sociais, da sociedade humana atual.

Agentes econômicos subsidiários e subdividos

O termo “classes-sociais” denota superioridade de um setor para outro. Em outros tempos, era evidente a notabilidade, hoje ainda ocorre, embora seja com menor frequência e aderência permanente de pessoas (mobilidade estrutural e circular) graças a democracia como regime político e o capitalismo como regime de relação comercial. A renovação democrática e do capitalismo é um processo em curso. É certo da rediscussão global sobre a efetividade da democracia esteja acontecendo. A rediscussão democrática da democracia é traga por críticos sociais da direita conservadora; não sendo o caso, propostas de esquerda extrema continuam em evidência como terceira via à política. Coisa que sabemos dos resultados históricos vivenciados.

Como diz o médico e político brasileiro Eduardo Jorge, “o mercado é a força da selva, que se você deixar é a lei do mais forte. É necessário um aspecto civilizatório, e a social democracia é, de certa forma, uma força civilizatória na força liberal do mercado.”

O capitalismo “selvagem”, puramente industrial, desbravador, novato, foi um avanço na temporariedade histórica, é notável a sua contribuição, frente ao feudalismo vigente seguido do mercantilismo. Hoje, o tom desbravador industrial, sem limites no crescimento forasteiro, se torna contraproducente ao meio ambiente e os sérios riscos à manutenção do compartilhamento nosso com a natureza. Visto que a Era Digital, assim como a Sustentabilidade na mobilidade urbana, são grandes áreas, mas como oportunidades geradas pela tecnologia, na renovação do capitalismo, o que adoto como capitalismo “silvestre” a consciência da necessidade aos valores sustentáveis, inclusos ética e respeito a vida.

O voluntariado institucional dinamiza a conjuntura econômica

 

Novos agentes econômicos, podemos considerar ONGs por exemplo, de fora como setor social oficial nesta analogia da história econômica. No mundo atual, ONGs, fundações, associações de assistência e promoção social possuem uma contribuição enorme em ambientes frágeis em que o Estado e o Mercado mantém uma posição aquém à necessidade e até neutra.

Organizações de assistência e promoção social validadas pelo Estado de Direito trouxeram consigo uma nova categoria nesta aplicação de formato da teoria econômica. São novos agentes econômicos obtém um importante papel contribuinte ao Estado e ao Mercado – contemplando sociedade civil, pessoas nas suas trocas ou desejos comerciais e de bem-estar mais íntimos – o Terceiro Setor emprega uma oportunidade de participação voluntária e custosa financeiramente, objetivando ajudar certa comunidade, faixa etária em diferentes níveis setoriais e com sincero propósito de modificação ao benéfico avanço, seja na educação, na saúde, meio ambiente, e em tantas outras colaborações deste agente econômico.

Os escravos eram verdadeiros trabalhadores na antiguidade, pelo regime político e comercial vigente, não tinham participação popular respeitável e tão pouco o cenário era favorável na geração de riqueza por parte deste setor. Hoje, não existem mais escravos na forma de direito legal; hoje, existem pessoas ofertando seus serviços para o setor privado de acordo com sua capacidade técnica e comportamental. É certo de que o mercado de trabalho possui maior oferta do que demanda, por isso, destaca-se aqueles com habilidades e pensamento empreendedor, os chamados intraempreendedores.

2 Comentários

  • Trackback: LIBERDADE: NÃO NASCEMOS COM ELA – Daniel Xavier
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    3 de outubro de 2019 06:26 0Likes

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